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Thedivasclube.blogspot.com

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Vestir-se bem,é um exercìcio de auto-estima.è escolher a moda que valorize os pontos fortes e camufle os pontos fracos do nosso corpo. Seguir tendências não é sinônimo de elegância é preciso saber o que fica melhor com seu tipo físico,tom e subtom de pele, forma do rosto, sua personalidade, idade e temperamento,seu estilo de vida... Nesse espaço conversaremos muito sobre moda,estilo,comportamento e sobretudo muita auto-estima,empoderamento e amor pròprio. E onde você poderá deixar suas dúvidas,opiniões e críticas sobre o meu trabalho de consultoria de imagem.Abra o seu guarda-roupa e escolha o estilo mais adapto para o seu corpo e eu vou te ajudar a preenchê-los de conselhos fashion, gratuitamente.

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Conceitos de Perfeição | Veste o teu corpo,esquece a numeração !


Alô divas,tudo bem?Quer melhorar a sua autoconfiança,autoestima  e auto imagem deixando de lado o estereótipo da perfeição e do mito de Bárbie,  mas não sabe como?  Confiram...

A natureza da imperfeição  

De acordo com a filosofia oriental japonesa em Kyoto a mente "mente". O corpo, no entanto, nunca mente.


Com base neste conceito, muitas vezes nos encontramos preso em mecanismos que, alimentados pelas mentiras da nossa psique e falsos ideais de beleza que recebemos todos os dias na mídia, instalaram,facebook, colocar o nosso corpo para auto-críticas e auto sabotagem.

O problema não é na tentativa de manter-se em  forma,fazer esporte ou dietas ,mas ele vem quando nos encontramos presos em atitudes obsessivas e a busca contínua pela perfeição estética e, muitas vezes, impulsionado por ideais de beleza distorcida e inacessível, não aceitamos que somos, não focalizamos nas coisas importantes e do quê conta objetivamente para nossa saúde e bem estar! Não vestimos o nosso corpo de hoje!tendo que fazer contas com grande sofrimento de ser o que não se é,ou aparentar ser o que não condiz com nossa realidade e estilo de vida.

Para nós  mulheres, além disso, existem fases da vida, em que o nosso corpo torna-se uma espécie de "gaiola" em fluxo. especialmente o período crítico pós adolescência, doenças ou acidentes,ou fase de menopausa e gestação em que cada centímetro do corpo muda de forma.



Esta transformação, Jade Beall, uma  fotógrafa do Arizona,decidiu contar, através das suas belíssimas fotos , postou  a "beleza de seu corpo imperfeito."


Esta iniciativa teve imediatamente uma resposta forte: tantas mulheres que estão grávidas ou que tinham acabado de dar à luz, ou passaram por processo de transformações na imagem, decidiram ter suas fotos tiradas por ela e da recolha destas imagem  nasceu seu livro: "Um projeto do corpo bonito".


A autora  explica: "Eu gostaria de servir como o remédio que poderia curar as mães ,e mulheres de todo o mundo. Todas aquelas que se sentir feias e inadequadas para perder peso, ter tomado muito tempo da vida delas é deixando de aproveitar a vida.Nós temos a capacidade de sentir digno e merecedor, e acreditar que nós somos bonitos. "Êis que suas imagens,decidir usá-las para ilustrar o tempo do post de hoje....

Uma das maiores pressões com as quais as mulheres mais se debatem , é a do tamanho da roupa  que vestem, a textura do cabelo com os produtos químicos que usam, a panturrilha ,a barriguinha,as estrias,as manchas etc .Este martírio acompanha-as uma vida inteira, passa da pré-adolescência ,a puberdade até a maturidade levando-as a auto culpabilizem-se e auto punirem-se por não mirrarem o suficiente  a perfeição da pele bonita e lisa ,do cabelo sedoso ,do manequim 38  ,do corpo de Bárbie !ao ponto de orgulhosamente vestirem um ou dois  e até 3 números  menores.  (quando não são o contrário para combrir a imperfeição) . 

Muita gente imagina que sofrer de baixa auto estima ,são fenômenos mentais, abstratos, que ficam armazenados dentro de algum lugar oculto da mente humana: quando alguma coisa externa os evoca, eles saem de seu reduto e se expressam publicamente de forma negativa o peso da estranheza ,do sentimento de insignificância,feiúra e inutilidade.


Assim, segundo essa concepção, se algum fato provoca uma  abaixamento de amor próprio ,auto estima, confiança  na pessoa, a raiva, o desânimo , depressão até então acomodada, aparece através de gestos de agressividade, palavras rudes, olhar triste e perdido no vazio etc. Da mesma maneira, se alguém se sente  descriminado pela sua imagem corporal ,facial,capilar ou atributos estéticos , a tristeza, até então silenciosa em seu ninho mental, aparece e se mostra na forma de choro, lembranças dos momentos vividos  ruim , falta de amor próprio, cuidado pessoal e desleixo por si próprio, pelos outros e pela comunidade em que vive  etc..


A concepção moderna que a Psicologia tem a respeito dos sentimentos  de imperfeição ,interligados com  baixa autoestima é bem diferente da visão tradicional exposta no parágrafo acima. A baixa autoestima  não são entidades mentais e abstratas, mas sim manifestações corporais, concretas, é uma nova realidade da nossa sociedade feminina e masculina ! Neste sentido, então, não há sentimentos sem uma manifestação corporal correspondente. Assim, por exemplo, quando uma pessoa está ansiosa, ela tem alterações no ritmo de batimentos cardíacos, na freqüência respiratória etc.Da mesma forma,  com a auto estima  aconteçem   mudanças no funcionamento do corpo:os batimentos cardíacos, a aparência , o olhar , o ritmo respiratório etc. também se alteram.


Diante do exposto, os sentimentos de auto-estima, de autoconfiança e de amor próprio não são manifestações da mente do indivíduo, mas são estados corporais associados com eventos ambientais sociais ou físicos que os desencadeiam de forma positiva ou negativa .



Assim, será comum ouvir das pessoas frases sobre seu corpo ,cabelo,rosto, peso,altura,nível de instrução, condição social etc relacionadas com os sentimentos apontados: “Sinto-me feia, não consigo aprender nada” ; “Estou me sentindo tão infeliz com este corpo , não consigo me vestir bem, penso o tempo todo em meus defeitos” ; “Sempre que me perguntam alguma coisa acho que vou errar, fico suando nas mãos, fico vermelho, começo a gaguejar” (falta de autoconfiança); “Sinto-me incomodado quando uso as roupas justas parace que as pessoas notam meu corpo estranho ; é um desconforto que não sei explicar; prefiro concordar, mesmo não achando que é o certo, porque aí me alívio e aceito que nunca vou ser atraente ” (baixa auto-estima). Não há sentimento sem manifestação corporal, no entanto, as pessoas precisam ser ensinadas pelo meio social que as cerca (pais, professores, amigos,blogs etc.) a detectar os sinais do corpo e educá-lo ao processo de autoaceitação! A discriminação de tais sinais não ocorre espontaneamente; tem que ser aprendida,transmitida e educada e passada adiante com demonstrações  práticas ,didáticas e continuativas!

As pessoas não nascem com os sentimentos de baixo autoestima ,nascem com uma predisposição, um potencial para desenvolvê-los e tomar consciência deles, em função do contato que a pessoa tem com seu ambiente social e com a moda é a mídia.Mas também dentro dos próprios parâmetros familiares estéticos! Uma pessoa  que se sente estranha,feia,gorda,magra,baixa,alta com defeitos ,tende  ficar isolada,  ou ser imposta a condição de isolamento, que se  desenvolve numa comunidade verbal limitada, esta,terá um grau de auto consciência  e amor próprio menor sobre os seus sentimentos e sobre a real percepção do real corpo dela. 


Quanto menos palavras existirem para nomear e denunciar esta descriminação estética velada  e quanto menos elaboradas forem as condições para ensinar uma  jovem criança ou adolescente nomeá-los, menos  mulheres e homens adultos  discriminará seus sentimentos, seu corpo.


Até este ponto acho que foi super esclarecido que auto-estima  e amor próprio é um sentimento; que ninguém   nasce com auto-estima, mas que tal sentimento pode ser desenvolvido durante a vida da pessoa; que, como qualquer outro sentimento, ela é o produto de contingências de reforçamento,  de espelhamento com exemplos ,contingências essas que os todos nós temos o dever e o direto de apresentar para a jovem moçinha,menino ,para uma jovem adolescente ,jovem mulher ,esposa,irmã ,mãe avó ,filhos amigaço,era de trabalho e de estudo , desde que devidamente orientados sobre como fazê-lo. 


Que contingências produzem,então,auto-estima e amor próprio ?

A auto-estima é o produto de contingências de reforçamento positivo de origem social. Assim, sempre que uma pessoa está triste   se comporta de uma maneira específica, podemos  de   alguma forma dar-lhe a  atenção, carinho, afago físico, sorriso, compreensão,elogio (cada uma dessas manifestações por parte , pode ser chamada de reforço social generalizado positivo ou conseqüência positiva), estão usando contingências de reforçamento positivo, estão gratificando o a pessoa. Por outro lado, toda vez que uma que nos   comportamos de forma errada, criticam, ridiculariza a imagem,a roupa ,o linguajar se afastam dela, não a tocam, nem conversam com ela,não as comprimentam (cada uma dessas manifestações pode ser chamada de estímulo aversivo ou conseqüência negativa), estão usando contingências coercitivas ou punitivas. A primeira condição aumenta a auto-estima, a segunda a diminui drasticamente e vem associado a imagem complessiva física da pessoa.

fundamental para o desenvolvimento da auto-estima  e do amor próprio é o reconhecimento que  expressa pelos  comportamentos. Assim, é importante salientar o você na frase que explicita o elogio e não apenas o comportamento  ou imagem da pessoa  “Você estava muito bonita,a roupa valirizou muito  tuas pernas( ou pontos estratégicos, que devem ser ditos!) ” é muito melhor que “este vestido é lindo em você ”( sem explicar o motivo é o quê efetivamente ressalta a atraência da pessoa !; “Que batom lindo você comprou ” não é uma frase tão rica quanto “Você está deslumbrante com esta côr,ressalta  o seu sorriso,”; 


Note que em todas as frases há um elogio, uma forma de reforçamento positivo ; no entanto, algumas frases destacam a pessoa que emitiu o comportamento. É esse tipo de comunicação que melhor desenvolve a auto-estima, uma vez que dá destaque à pessoa,ao talento e não ao comportamento,a roupa ou as coisas que ela veste ou compra . 

O reconhecimento  sincero do outro não desenvolve, como se poderia imaginar, dependência na pessoa que foi elogiada. Pelo contrário, sentindo-se amada, respeitada,adimirada pelo outro, esta pessoa aprenderá a amar a si mesma, e a vêr-se objetivamente de valor,e não só porque insiste a etiquetar um valor ,uma qualidade á ela!  e, a partir deste processo de vivência comportamental, vai se diferenciando das outras pessoas e se tornando independente  e original/única e não dependente de elógios,aprovações  e gratificações e homólogando-se! 

 ela se ama, se curte,se aprecia,aprende que é bom ser amada pelo outro, mas não precisa ser amada por ninguém em particular (pois se precisasse, então, existiria a dependência). 

A pessoa com boa auto-estima e amor próprio aprende a exercitar o auto-reconhecimento,autoaceitação. discrimina que é capaz de emitir comportamentos  positivos e poderíeis e que é capaz de produzir conseqüências reforçadoras para ela (por exemplo, pensamentos que explicitam auto-reconhecimento poderiam ser: “Eu sabia que ia dar certo: planejei com cuidado todos os detalhes do look. Foi um sucesso, super elogiada.”; “Tenho treinado duro  é hora sou vencedora; sou muito atraente  e interessante,sei que quando me arrumo ,viro a cabeça dos homens e adimirações das mulheres";  . Meu tempo na prova  biquíni foi um prêmio merecido pelo meu esforço.”).


 Ela é livre do outro para produzir o que é bom para ela (embora possa ter com o outro o que for bom para ambos, mas sem dependência,vitimismo,afetação ou homologação). Ela promove para si mesma o que é bom para ela, simplesmente porque se ama.,se aceita  imperfeita e em harmonia. Nosso papel, não deveriam, no entanto, esperar pela ocorrência dos comportamentos desejáveis, mas participar relativamente do processo de modelagem  de aceitação e instalação de tais repertórios comportamentais.


 Essa participação supõe os seguintes requisitos:

Auto-estima é um sentimento aprendido e desenvolvido durante a vida da pessoa;

Auto-estima é produzida por uma história de reforçamento positivo social, em que a pessoa tem seus comportamentos reforçados pelo outro;

Auto-estima decorre de relações inter-pessoais em que a pessoa, e não apenas seuscomportamentos, é reconhecida pelo outro como reforçadora;

Auto-estima passa a ser mantida e desenvolvida pela própria pessoa, à medida que

ela aprende com o outro o auto-reconhecimento e a observar seus comportamentos reais e as conseqüências reforçadoras positivas que eles produzem;


Auto-estima só se desenvolve a partir da inserção da pessoa num contexto social e esse desenvolvimento é proporcional à capacidade do meio social ( família, escola, trabalho,amigos,vida sentimental etc.) de prover reforçadores positivos para seus membros ;

Auto-estima se desenvolve quando o têmos realmente a pessoa como prioridade  e não os seus comportamentos ; 

Auto-estima se desenvolve quando  reforçamos comportamentos  sem atentar para as contingências;

Auto-estima se desenvolve, exclusivamente, a partir de contingências sociais reforçadoras positivas amenas. Punições,críticas, contingências coercitivas em geral ou contingências muito intensas não contribuem para desenvolver auto-estima;

Auto-estima está associada à possibilidade da pessoa de sentir-se livre, de sentir-se amada, de tomar iniciativas e de apresentar criatividade (variabilidade comportamental  e humoral que produz reforços positivos). Essa possibilidade é criada pelas contingências positivas e amenas fornecidas pelos nós e interagidas na sociedade que vivemos. 

 Autoconfiança se desenvolve quando o meio social cria condições favoráveis para a criança emitir comportamentos bem sucedidos (produzem reforços positivos e removem eventos aversivos).

Perfeição e Imperfeição: Conceitos perfeitos?


Muitas vezes, vemos alguém que parece ser mais bem-sucedido, bonito, rico, amado ,elegante ,sexy etc., e pensamos que seria maravilhoso ter uma vida igual ou quanto menos seguir o exemplo.

Com as redes sociais, a comparação entre as pessoas chegou a um nível nunca imaginado. No Instagram, Twitter,Facebook  etc , vemos imagens editadas de vidas “reais” que parecem um conto de fadas. Fashion bloggers que mais lebram as surreais super top models dos anos 90s! E a nossa de vida,de imagem, de corpo ?Continua mais real do que nunca, com muitos dramas,intrigas,comédias e absurdos ,barracos que mais parece  com uma  trama de novela brasileira. 


A gente vive reclamando de tudo ...Muitas vezes, a falta de amor próprio  por nosso corpo ,nossa imagem revela uma certa culpa na consciência porque não estamos cuidando bem de nós mesmos e da nossa saúde mental e física e se preocupando com o que conta realmente! .Quando comemos mal, vivemos estressados pensando apenas em dinheiro,roupa em maquiagem,fetais  e bens materiais e conquistar e ser elogiada nas redes e publicamente e não temos tempo de qualidade apenas para cuidar de nós mesmos, tendemos a “esquecer” do corpo, e a forçá-lo a trabalhar em exaustão sem medir consequências!Cuidar bem da própria saúde, do corpo, sorriso,cabelo  da pele é prova de que você se ama de verdade  ,está feliz com seu próprio corpo  do jeito que é agora! quer mantê-lo bem por toda a vida, mantê-lo em saúde! 

A roupa mais cara é mais preciosa que você pode investir e gastar sem medo é , a sua pele! A pele do seu corpo é a primeira roupa fundamental que seu corpo exige para viver bem.


Elogiar-se é algo difícil para muitas pessoas, tanto quanto receber elógios! Mas mudar o diálogo interior é condição necessária para uma auto estima saudável , que pode inclusive melhorar seu nível de energia e qualidade de vida e comunicar tua personalidade do jeito certo.Vista-se para reforçar seus pontos fortes!


A autoestima é tão importante que vale muito a pena parar algumas vezes por dia para se elogiar, pela tarefa,pela sucessos,até que isso se torne um hábito. Elogie-se sempre e evite críticas, comparações,deboche e auto sabotagem !Se outras pessoas criticarem o nosso corpo,imagem ,comportamento ;  uma  análises de verifica  pode ser um alarme para comprovar se  é uma crítica construtiva e bem fundada. Fonte de desleixo ,pode ser uma sinal que está na hora de mudar os maus hábitos!


     O que é perfeição, imperfeição, perfeito e imperfeito? A palavra imperfeição leva a maioria das pessoas a pensar em nós mesmos… humanos. Hoje resolvi montar uma conclusão sobre tudo isso, uma teoria: qual a verdadeira essência de algo perfeito e de algo imperfeito.


     Para podermos compreender qualquer coisa precisamos investigar as suas raízes: o que gera a perfeição e o que gera a imperfeição. Segundo um dicionário on-line , perfeito é aquilo que não possui erros, algo completo. Se não possui erros, é algo composto apenas de acertos ou processos corretos. Algo imperfeito é algo inacabado, incompleto ou defeituoso, portanto, a base da imperfeição são os erros. Vejamos agora o quão injusto isso pode ser, visto deste ponto: Para uma sentença ser absolutamente perfeita ela precisa possuir todos seus elementos corretos, para que assim se alcance o resultado que se almeja alcançar. Agora, para uma sentença ser imperfeita basta que ela tenha um dos elementos incorretos. Não importa que uma sentença possua milhões de elementos corretos, apenas um incorreto a torna imperfeita.

 Pensando assim,deixo espaço  e a palavra deste três  conceito de perfeição- autoestima e amor próprio,a serem ilustrado é explicado por  um dos maiores poetas  portugueses da história com o genial poder de síntese que singulariza tudo,em  sua  linguagem poética, Fernando Pessoa condensa nesses  versos a essencial explicação que, naquele momento, começava a ser gerada na Poesia Portuguesa (e na européia em geral... ), mas que, ainda informe, não podia ser percebida pelo olhar comum é imperfeito .Raros poetas terão manifestado essa certeza, essa lucidez "de Pessoa" sobre um tema tão delicado ,profundo é humano não só com relação à essencialidade de sua própria imperfeição , mas principalmente, à tarefa fecundadora que esta poesia  iria cumprir no processo renovador em épocas  contemporâneas que se fala tanto de auto estima ,amor próprio ,auto imagem ,estilo anexo à esta poesia deixo as imagens que ,enfatizadas e e reforça   quanto dito acima exaustivamente!


Confiram...

" Nasce o ideal da nossa consciência da imperfeição da vida. Tantos, portanto, serão os ideais possíveis, quantos forem os modos por que é possível ter a vida por imperfeita. A cada modo de a ter por imperfeita corresponderá, por contraste e semelhança, um conceito de perfeição. É a esse conceito de perfeição que se dá o nome de ideal. 

Por muitas que pareça que devem ser as maneiras por que se pode ter a vida por imperfeita, elas são, fundamentalmente, apenas três. Com efeito, há só três conceitos possíveis de imperfeição, e, portanto, da perfeição que se lhe opõe. 


Podemos ter qualquer coisa por imperfeita simplesmente por ela ser imperfeita; é a imperfeição que imputamos a um artefacto mal fabricado. Podemos, por contra, tê-la por imperfeita porque a imperfeição resida, não na realização, senão na essência. Será quantitativa ou qualitativa a diferença entre a essência dessa coisa imperfeita e a essência do que consideramos perfeição; quantitativa como se disséssemos da noite, comparando-a ao dia, que é imperfeita porque é menos clara; qualitativa como se, no mesmo caso, disséssemos que a noite é imperfeita porque é o contrário do dia. 


Pelo primeiro destes critérios, aplicando-o ao conjunto da vida, tê-la-emos por imperfeita por nos parecer que falece naquilo mesmo por que se define, naquilo mesmo que parece que deveria ser. Assim, todo o corpo é imperfeito porque não é um corpo perfeito; toda a vida vida imperfeita porque, durando, não dura sempre; todo o prazer imperfeito porque o envelhece o cansaço; toda a compreensão imperfeita porque, quanto mais se expande, em maiores fronteiras confina com o incompreensível que a cerca. Quem sente desta maneira a imperfeição da vida, quem assim a compara com ela própria, tendo-a por infiel à sua própria natureza, força é que sinta como ideal um conceito de perfeição que se apoie na mesma vida. Este ideal de perfeição é o ideal helénico, ou o que pode assim designar-se, por terem sido os gregos antigos quem mais distintivamente o teve, quem, em verdade, o formou, de quem, por certo, ele foi herdado pelas civilizações posteriores. 


Pelo segundo destes critérios teremos a vida por imperfeita por uma deficiência quantitativa da sua essência, ou, em outras palavras, por a considerarmos inferior - inferior a qualquer coisa, ou a qualquer princípio, em o qual, em relação a ela, resida a superioridade. É esta inferioridade essencial que, neste critério, dá às coisas a imperfeição que elas mostram. Porque é vil e terreno, o corpo morre; não dura o prazer, porque é do corpo, e por isso vil, e a essência do que é vil é não poder durar; desaparece a juventude porque é um episódio desta vida passageira; murcha a beleza que vemos porque cresce na haste emporal. Só Deus, e a alma, que ele criou e se lhe assemelha, são a perfeição e a verdadeira vida. Este é o ideal que poderemos chamar cristão, não só porque é o cristianismo a religião que mais perfeitamente o definiu, mas também porque é aquela que mais perfeitamente o definiu para nós. 


Pelo último dos mesmos critérios teremos a vida por imperfeita por a julgarmos consubstanciada com a imperfeição, isto é, não existente, porque a não existência, sendo a negação suprema, é a absoluta imperfeição. Teremos a vida por ilusória; não já imperfeita, como para os gregos, por não ser perfeita; não já imperfeita, como para os cristãos, por ser vil e material; senão imperfeita por não existir, por ser mera aparência, absolutamente aparência, vil portanto, se vil, não tanto com a vileza do que é vil, quanto com a vileza do que é falso. É deste conceito de imperfeição que nasce aquela forma de ideal que nos é mais familiarmente conhecida no budismo, embora as suas manifestações houvessem surgido na Índia muito antes daquele sistema místico, filhos ambos, ele como elas, do mesmo substrato metafísico. 

É certo que este ideal aparece, com formas e aplicações diversas, nos espiritualistas simbólicos, ou ocultistas, de quase todas as confissões. Como, porém, foi na Índia que as manifestações formais dele distintivamente apareceram, podemos ser imprecisos, porém não seremos inexactos, se dermos a este ideal, por conveniência, o nome de ideal índio".


Hoje Tomei a Decisão de Ser Eu!


" Hoje, ao tomar de vez a decisão de ser Eu, de viver à altura do meu mister, e, por isso, de desprezar a ideia do reclame, e plebeia sociabilizacão de mim, do Interseccionismo, reentrei de vez, de volta da minha viagem de impressões pelos outros, na posse plena do meu Génio e na divina consciência da minha Missão. Hoje só me quero tal qual meu carácter nato quer que eu seja; e meu Génio, com ele nascido, me impõe que eu não deixe de ser. 



Atitude por atitude, melhor a mais nobre, a mais alta e a mais calma. Pose por pose, a pose de ser o que sou..."

Fernando Pessoa.

E você? Costuma criticar seu próprio corpo o tempo todo? 


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