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Vestir-se bem,é um exercìcio de auto-estima.è escolher a moda que valorize os nossos atributos e camufle os pontos fraços do nosso corpo. Seguir tendências não é sinônimo de elegância ou de luxo ;é preciso saber o que fica melhor com seu tipo físico,tom e subtom de pele, forma do rosto, sua personalidade, idade, temperamento,seu estilo de vida,contexto etc. Nese espaço conversaremos muito sobre moda,estilo-personalidade,auto-imagem, auto-aceitação,amor pròprio,auto-sabotagem e percepção estètica... mas sobretudo de muita auto-estima e empoderamento e do quanto o mito de Bàrbie afeta nossas escolhas de imagem e de vida! E claro,aonde você poderá deixar suas dúvidas,sugestões e críticas sobre o meu trabalho de consultoria de imagem & autoestima.Abra o seu armàrio e escolha o estilo mais adapto para o seu corpo e eu vou te ajudar a preenchê-los de conselhos fashion.Vista-se de autoestima de cor a tua vida.

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sábado, 25 de agosto de 2012

A contrução da auto-imagem e auto-estima



Cuide-se,ame-se, valorize-se porquè você è ùnica!


Aceitar à sua própria história, torna você mais forte! Eu prendi a arriscando atè demais.Porèm a aposta em jogo era alta e valia a pena, jogar! Minha auto-estima era algo que tinha que construir  sozinha sem ajuda e não comprar com superficialidade, somente  para cobrir o meu desconforto e  porquê  fondamentalmente me considerava pouco atraente! Meus valores, objetivos e  minha felicidade não podiam ser negociavèis.
 A minha auto-estima  tinha que nascer do autorrespeito. Então decidir que era tudo inútil e tempo perdido culpar-me pelos  resultados estèticos  não satisfatòrios jà no ìnicio da minha natalidade. Mim criticava continuamente   e deixavo que me criticassem, por problemas insignificantes que para mim fondamentalmente na quele tempo, eram cruciais; tanto que me excluìa do ambiente social que vivia e me impedia de ter relacionamentos  social com as pessoas queridas.
È da alguns anos que começei a entender o mecanismo da minha beleza,quero dizer  a ter a consciência da  verdadeira beleza que começou a se refletir tambèm externamente com a  minha autoaceitação.
 E isso aos poucos me tornou,mais “forte”, porquê começei a aceitar a minha  própria história, e minha origem  multirracial .
Hoje descobrir que sou  mestiça (parda) devido  aos traços heriditàrios  genealògicos de minha famìlia  com ancestralidadeque descendem de très raças,motivo pelo qual  possuo características de cada uma das "raças" de que descendo :europeia,indìgena  e africana.
  Decidir narrar um història ,apartir da  minha àrvore genealògica assim composta:
 Da uma parte o lado materno: Minha bisavò negra, casada com um ìndio e minha avò  materna  por sua vez tambèm negra,casada com branco e pardo e teve  filhos de dois casamentos :  filhas mulatas e filhos Pardos, casados por sua vez  com  descendentes de ìndios e negros e branco, por isso tenho primos  de cabelo casatanho claro,cabelo  de textura lisa ondulada, a maior parte e de cor branco, alguns  com traços de índio,outros negro, caboclo, mulato e pardo. É tudo misturado mesmo.
E de consequência meus tios eram cafuzos e mulatos.
 Eu sei è tudo meio complicado,às vezes atè para mim tentar voltar as pegadas dos meus ancestrais me criava tanta confusão que me perdia e me confundia as idèias!
Jà a origem genealògica paternal por exemplo era composta por parte branca. 
Minha trisavò  paterna era branca de origens antepassada espangola com cabelos de textura lisa,fina castanho claro ,relatava meu pai que, minha  avò  paterna por sua vez ,possuia longos cabelos lisos,finos e louros,pele muito clara e olhos claros, meu pai dizia: “ seus olhos pareciam duas gotas de àgua  cristalinas” e era casada com um  branco. Meus Tios paternos ainda viventes  são “brancos”, làbios finos, cabelo escuro ,liso,fino com traços europeu mediterraneo. 
Jà a outra parte de tios partenos, falecidos eram loiro,ou de cabelos claros ,olhos azuis acinzentados, làbios finos, estatura  muito alta e magra.
Minha mãe era uma “morena”  -cafuza  e deste  resultantes  miscigenação  muda de  cor ,ainda persisitia os traços  marçantes devivo a descendência  ìndigena paternal do segundo casamento  de minha avò, esta de  tambèm de cor negra.
Deste modo, minha mãe possuia  a textura dos cabelos crespo cacheado, nariz chato e narinas largas,lábios de  grossura mèdia,testa alta um quanto achatada, rosto redondo corpuratura  robusta e  estatura mèdia.
Meu pai  atualmente ancião, tèm a pele brozeada castigada pelo forte sol, consequêcia do ardo trabalho de braçante nas  florestas,  nos cerrado da caatinga, nas fazendas  e cerrarias Mais mostra uma pigmentação da pele em partes do corpo não expostas ao sol,semelhante ao de europeus do norte ou seja  sua cor original  è branca ; Possui  os  cabelo de textura liso,fino pouco ondulado, grisalho, em tempo de moçidade era castanho mèdio; olhos  orizontais amendoados de cor castanho claro acinzentado;nariz afilado; testa reta e rosto ortognato estreito e comprido,lábios ampios e delgado e  possui no rosto enrugado aquele  ar austero e  autoritàrio de um patriarca feudal do perìodo colonial.
Demorei  a realizar  minha auto anàlise, tambèm pudera como toda esta mistura!
 Ainda estou trabalho muito o meu lado emocional para entender  e afferar o conceito, que eu sou somente aquilo que penso! E acredito que esta convinção, me faz sim pensar melhor, porquê que as pessoas  me julgavam  e  me “julgam”  de acordo com as informações que transmitivo a elas, atravès da forma com as quais me apresentavo, como me comportava e comunicava.
Era isso que denunciava quem eu era, e não como eu era.
 E sem perceber e me dar conta que eu exibia o lado pior de mim, mesma sem analisar segundo o  ponto de vista do outro  como o qual avaliava meu comportamento.
 Não conseguia me considerar afro-brasileria apesar da pele não muito escura, nèn tão pouco  ìndigena;Porquê eram etnias igualmente “indesejavèis” para mim.No sentido que tentavo negar minhas origens etnicas, porquê dentro de mim me sentia “branca”, pensavo como um pessoa  do norte  da Europa;e isso sempre me causou desconforto por não possui a pele clara e pensar como um branco,tinha medo de ser racista, ou em qualquer  modo poder ser mal interpretada, mal compreendida; tinha medo que me dissesem, de ouvir novamente:
 - “Se liga você nasceu pè de chinelo, vive no barraco,è uma bruaca  de dente muntado,e tà se achando gringa”!
Qando penso a esta frase , acho engraçado, me dar vontade de rir! (“rs”)
Mais na època foi muito doloroso isso causou na minha  auto-estima o impacto de uma arma, ferindo  gravemente meu orgulho.

 Apesar de hoje, eu  ter orgulho da minha descendência africana e ìndigena , ficou aliviada por saber que possuo raìzes sem me considerar necessariamente um” vegetal”!
O periodo da infância, prè- adolescêscia e adolescência pròpria e concreta  foi muito conturbada,infeliz  e exaustiva .Eu diria que aquele perìodo foi  bastante  desanimador e angustiante, liadar com o preçonceito dos demais.
Não me sentia atraente, me considerava desajeitada,”destrambelhada”,displicente,super inibida e minha figura pouco desenvolta e robusta não me ajudava muito.
E para contribuir ao meu desconforto pessoal e complexo de inferiodade .Minha família  não  possuia muito dinheiro, nem statu, nèm um berço de cultura. Aliàs  eram condições  àridas,humildes para não dizer sobrevivente ;com pouco conforto ,poucos bens e tanta privação emocional  e situações  embaraçantes  que  por causa da  minha imaturidade não sabia como lidar.
Talvèz por isso sempre mi sentir profundamente insegura e inadequada  quanto ao meu lugar na sociedade e  minha posição no  mundo.
 Isso me faz lembrar tantos episòdios da adolescência ,a pròposito  por exemplo quando  tinha uma oportunidade de participar  a um evento social formal ou menos  ficava com a sensação de que não deveria estar ali, achavo que não saberia como me comportar nessas situações.
Ou quando conheçevo outros indivìduos  de graù superior ao meu e atè parentes de longe,a minha  maior preocupação era tentar não revelar sobre as dificuldades que enfrentei no passado,meus defeitos,minhas origens pouco significativas e atè a condição social humilde que viva.
 Eu considerava não possuir grandes  atrativos, nada de brilhante, não tinha um ar sofisticado ou intrigante,um comportamento elegante, um portamento sòbrio.
 Não via nada de harmonioso em mim :-“ Quem poderia se interessar por uma pessoa  pouco interessante,sem preparo”. Ou ainda ...”eu nunca estou arrumada o suficiente?” ou “Como sou imbecil,inùtil!”.“Minha família se  vergonhava,de  mim, acrescentava: “ninguém jamais vai me aceitar com uma famìlia  tão conturbada quanto a minha”, etc.
Era como se em uma  panela de pressão velha toda esfumaçada em um fogão à lenha de pedra de uma longìnqua choupana, tivessem colocando dentto um monte de bagulho viscoso, para cozinhar ( EU!) pensavo ,que bastava esperar que borbulhasse la dentro e logo sairia  uma sopa nada comestivèl ,mais almejava profundamente que  o “ grude”se trasformasse  em um  prelibado cosommè!
Era assim que me imaginava e relatava em vàrias poesias, como em um  monòlogo silencioso sem gritos com fios  longos e sentidos de  prantos agudos que rolavam
descendo cristalizadas sobre a  minha face empedrecida , de tão lentas que rolavam.
Eu  tinha a sensação de ser uma farsa ,uma fràgil boneca de porcelana  europeia, vestida de farrapos e esquecida em uma interior pequeno entre colinhas que atè meados de sèculo XX, acreditava que não existisse  se quer uma localização geogràfica ,por ser tão minùscula e pouco conhecida.
No final da fase adolescente  começei a reconhecer que tinha  sérios problemas  e um desses era baixa autoestima!
 E bota problemas nisso! ( “rs”).
 Começavo a me cuidar, ter amigos, dieta sobre controle, me saìa bem na escola, me aplicavo  nas matèrias,apesar   de eu nunca ter aprendido bem a matemàtica.Pronto falei!
 Confeço com  muito rubor que a esta altura de minha vida, eu não sei dividir e mutiplicar e queria muito, não apreendir a fazer contas direito.
E ainda quero  enteder todos os elementos da tabela periòdica.
Assim meu ex-professor de quìmica ficaria  contente! E claro eu tambèm ficarei  muito sastisfeita desta proeza finalmente realizada(“rs”)
Ero uma aluna interessada nos estudos, ero agradavèl,”comunicativa”,creativa,sabia divertir os outros com minhas toliçes e besteiras  e tudo somado algumas pessoas me adoravam. Entretanto eu nunca me sentia importante,atraente, era  como se não pertencesse  a nenhumm lugar,è isso me fazia sentir como um peixe fora d’àgua. 
Eu tinha uma  tendência em  despreciar a maioria das minhas escolhas, parecia   que  ero determinada a criticar o meu intelecto,vestuàrio, peso,face, cabelo, o modo como me caminhava e atè o modo como articulava  palavras. 
Conversar  me embaraçava muito porquê tinha a sensação e meus “ouvintes” claro, não perdiam a oportunidade de acentuar ironicamente, que  falavo muito alto e ràpido demais porquê, além de cansar-los rapidamente,e ”irritar ou divertir –los “ dificilmente alguém conseguiria entender o que eu falava. 
 E là vai outro  motivo de risos, deboche e mais um vilão para enfrentar na quebra de braço e novos atritos interpessoais.E meu pai em parte por carência de instrução, e por desenteresse, tinha a tendência em  despreciar tudo que fazia,era incapaz de me oferecer qualquer tipo de orientação e para piorar me comparava a todas as garotas de minha idade,ressaltando somente minhas fraquezas e seu desapontamento por não ter nascido “macho”. Minha avò materna uma dia confessou-me  com um ar divertido e  por entre risos:- “ele esperava ardentemente  que fosse um outro menino, atè o enxoval do bebê era verde e quando veio ao mundo uma menina adoravèl de 3,6 kg.lembro como hoje que por dias e dias ficou com a cara franzida e emburrada ,seu ar de desapontamento era evidente, e por uma semana evitava olhar a criatura e ter-la entre os  braço e não fazia outra coisa que  culpar a sua mãe por não ter “parido um varão” que podesse continuar à tradição do uso da enxada e do pacote de sementes.” ( “rs”).
 È triste pensar que uma da coisas que mais vou  lembrar dele um dia ,são as respostas ríspidas ,a dureza do olhar,a indiferença, as grosserias e aquele  ar de irritação, a sua ausência protetiva, o seu total desinteresse pelo aflorescimento  pisicològico da sua prole.
Lembrarei sempre da frase banal mais impetuosa: “a vida é como uma horta,è preciso plantar para poder colher, e quem não planta não come”.
Em um certo sentido eu fiz isso,sem utilzar necessariamente os instrumentos rudimentares(“rs”)  para sua  frustação, e nossa felicidade nèm tão pouco os homens de  nossa famìlia. (“rs”). 
Por outro lado  terei sempre a imagem de um homem admirado  e respeitado na comunidade em que vivia:Forte, seguro e firme nos seus propòsitos, um trabalhador incansavèl em proveder ao sustentamento da famìlia. E que apesar de tudo, ele se esforçou em dar o màssimo que podia oferecer, e se houve falhas, foi porquê ele tambèm por sua vez sofreu demasiadas carências afetivas,e por isso não deve ser perdoado,criticado ou  justificado, mais respeitado e amado.E està è a lembrança mais singela que conservarei um dia. 
E em  um certo sentido ele  sempre terà razão, “precisamos plantar para colher no amanhã”.
Eu crescir viveciando um regresso contìnuo a toda situação  pela a qual passei, como a  oscilação entre desconfiança, vulnerabilidade, medo e complexo de inferioridade  em  modo bastante complexo. 
E o resultto  disso,notei com o passar dos anos  com o apodrecimento  de minha autoestima jà na fase escolar .
 A baixa auto-estima  me levou a desculpar-me sempre  por minhas presuntas “deficiências”,feiùra,eu não sabia  desenvolver a habilidade para  poder me relacionar com jùstiça e igualdade das coisas.
Por isso insisto em dizer que sua aparência depende muito da sua auto-estima e a maneira como você lidar com sigo mesma.
Você pode ser a mulher mais encantadora ,charmosa, “inteligente” gostosa,da sua comuidade ; mas,  se continuar a dar ouvidos a este crítico carrasço  interno, sempre fazendo com que se lembre exclusivamente de seus defeitos, vai se considerar  sempre pouco segura e uma pobre coitada, vìtima da situação .
Em outras palavras comece a pensar em sim mesma de uma maneira totalmente diferente de quanto tèm feito atè agora!Certos adjetivos negativos  e expressões  precisam ser eliminadas do seu vocabulário, como (Feiùra,deficiente,inùtil, ) enquanto inúmeras outras devem ser introduzidas .
Por exemplo  apreenda a se expressar com um comparativo de igualdade  e a se auto avaliar com graùs de superlativo de superioridade.
Você deve estar imaginando: -“Isso é tudo maravilhoso, esta  història è interessante, fiquei comovida  com o quanto você sobreviveu a uma infância sofrida , meus olhos ficaram marejados de làgrimas, me indentifiquei muito com os relatos etc... blà,blà,blà e toda esta babozeira que a ninguèm interessa!!! (“rs”)
- Mas reafirmar que sou linda e me  auto convencer, não  vejo como vai me fazer caber em um nùmero 38 se meu tamanho e plus size?
-Para quê vai me ensinar a me auto maquiar se tenho a pele  marcada por cicatrizes de acne, e machas?
-Não vai me fazer sorrir se cada vez que realizo este gesto me deparo com meus dentes defeituosos refletido no espenho ? Ou  ainda,com a codição econòmica difìcil aqui em casa, quem me dera, poder  gastar tempo e tostão com estas frescuras de Lady? E balà , blà blà..”
-Isso é verdade, mas seus pensamentos são muito mais  poderosos , embora você não possa usá-los para mudar a textura  a cor dos seus cabelos,a saùde de sua  pele ,sua condição social e atè  ou seu manequim.Mas pode, sim, lançar mão deles para se manter em contato com o que realmente conta e tentar melhorar a realidade. Porquê você o dever  de ser bela! Para tudo tèm solução, sò a morte e as fatalidade de saùde que desmorona os  nossos pilares pode ser um obstàculo, mais não uma desculpa.
Nòs mulheres  não temos que viver com aquilo que não gostamos  e que nos deixa infeliz, insastifeita,não!
Não è justo apreciar o ùltimo respiro de vida, quando percebos que ela pode se romper  como um fio fininho, fininho de um momento para outro, pronto  a desparecer em nossas mãos.
Mais podemos melhorar e com viver, empregando  nossas  forças metais e emocionais para desviar a atenção do problema  e focalizar  os pontos positivos que nos  tornam uma pessoa maravilhosa, vencedora e incrivèl. 
Porquê  enquantose  tèm saùde e força de vontade vale a pena lutar.
 Não serve fazer regimes dràsticos,se não começarmos  primeiro com a dieta espiritual.
Bem ,querida leitora se uns desses episòdios que relatei, lhe soa familiar?
 Então, chegou o momento de  quebar as corretes que te aprisiona. Pare com essa neùrose de contar calòria no prato e começe a alimentar  a alma com confiança, bom humor, otimismo, franqueza  e grandes doses de humildade, pasciência  e esperança.
 Uma vez que começamos a inserir esses alimentos do bem em nosso dia - a- dia,  junto com uma vida saùdavel,eles vão se unindo a outros e acabam por nos colocar de volta na estrada do progresso.
Chegou a hora de se cuidar, amar,valorizar e de elevar a sua auto-estima e finalmente sentar-se , digna, preçiosa e ùnica.
 Eu demorei muito para aceitar e individualizar as minhas  características africanas, ìndigena e branca: Hoje posso afirar com um certo  ar de satisfação a minha  coragem.
 Hoje posso me auto descrever sem  medo ou zelo de me auto flagelar com pensamentos destrutivos por almejar ser aquilo que nunca serei: UM SER DIFERENTE DO QUE SOU !
Eu tenho a estatura  mèdia-alta. A minha corporatura è robusta, ombros  largos ,seios grande e quadris estreitos.A minha forma è triângolo invertido. De fato na adolescência a minha robudez herança( indìgena-africana),não seduzia muito os “possivèis pretendentes” porquê sempre fui uma plus size. Meu rosto è oval, pequeno e  um pouco estreito; tenho a testa  reta .possuo olhos pequenos e amendoados de cor castanha escura, meu  cabelo e de textura crespa, ampla e cacheado,cor castanho mèdio, com reflexos acobreado... no verão, por exemplo certas mechas parece cabelo de fogo(“rs”). Meus làbios são  pequenos, carnosos e delgados. Minha  pele è( parda),morena clara –mèdia  leves tons avermelhados.Nariz pequeno e afilado,orelhas pequenas,queixo  pequeno,dentes pequenos e sorriso um quanto fechado. Pesçoso fico e comprido.
Em outras palavras, o que me ajudou neste processo de autovalorização?Foi compor uma lista com pelo menos 10 de minhas qualidades e defeitos!Isso mesmo, uma dia cansada de me  lamentar  e de chorar o “leite derramado” me despir diante dos meus olhos crìticos de frente para o espelho ,peguei uma pauta em branco  e caneta e comecei  vamos ,dizer  a “anàlise de liberação”  escrevir as coisas que gostava em mim, e as que me incomodava, depois  escrevir tudo aquilo que mudaria no meu corpo,redigir  na linha seguinte, minhas abilidades e logo apòs  os meus comportamentos “indesejáveis”  foi aì que compreendir a razão que  me levava  a agir assim. 
 Eu tive que ser "uma consigo mesma" e  tentar me sentir a vontade ,em casa no próprio corpo.
Eu  criei  a minha  “ lente màgica de aumento” para enxergar melhor  e constatar que era tudo menos complicado e dràmatico daquilo que acreditava que  era real.
Tomei  uma postura  mais positiva e flexível com relação às minhas próprias capacidades e desempenhos. 
 Optei por usar técnicas  mais sofisticadas de "estratègia " para  compreender  e driblar as  minhas verdadeiras prioridades. Tinha que descobrir minhas convicções de talento  e conseguir  individualizar as coisa  que sabia fazer de “brilhante”, de saber fazê-lo bem! De conseguir  lutar e alcançar meus projetos, de suportar as dificuldades para  vê-los realiza-los e de poder prescindir de algo.
 Fiz à "faxina de sexta-feira": ou seja aprendi à lidar com outras pessoas,a controlar a inibiçao, e  me corrigir me tempo,antes que dentro tocasse o alarme vermelho!
aprendi a  respirar fundo , a contar de um a mil!e  sentir-me  capaz de lidar com situações difíceis, ter finalmente reações sociais e me divertir ,sabendo regular a distância-proximidade com outras pessoas em maneira ìntima e interpessoal.
 Aì você pergunta,o que têm de coragioso nisso? Mas a “ànalise “não parou por ali não, tinha que ir em fundo. Juntei a coragem e adeçisão de por fim  em anos de complexidade e me dispir  novamente em roupas ìntimas, desta vez diante de um homem, e mulher conhecidos o suficiente para instaurar um vìnculo de  cumplicidade e conforto persoal para ambos.sentdo  confortável o suficiente para não causar embaraço e ao mesmo tempo suficientemente impessoal, para não provocar uma vizinhança muito pesado para ambos.
Mas sem muita aproximação de amizade vinculante  que pudesse interfeir e comprometer  a opinião deles e avalição final .
-“Você  devem  se estar se questionando,se não deve ter sido constranjedor”? A resposnta è, foi difìcil  sim. pensei em recuar,mais não! Andei adiante com o plano e foi uma das experiências mais liberatòrias de minha vida.  “Sabia que era para meu bem e fiz de conta que ero uma modelo e que meus “ jurados” me ajudavam a melhorar a fachada” escrevendo os meus pontos forte e fracos segundo os olhos deles.Afinal de contas estava em roupas ìntimas e  não,pelada  pousando para  capa da  revista pleyboy !(“rs”).Ter feito isso,me ajudou bastante por se tratar de opiniões de sexo opostos, não ficaria na dùvida.
E para minha supresa, acredite,os meus "jurados" fizeram um elenco  de coisas  que podiam sim, melhorar;mas tambèm elencaram  pontos fortes “incontàveis”. Que nunca tinha percebido,porquê  achava tudo “ estranho”  e não  tinha a serenidade,autoestima,e  nèm amor pròprio para afastar  o medo e a  insegurança e  para ver além das aparências.
-Não estou aqui para me  eleogiar e relatar publicamente  que sou a melhor ,porquê descobrir finalmente o que me incomodava ou para dizer que sou a mulher mais satisfeita ou plenamente realizada do planeta, Não! Porèm  posso garantir que hoje para mim jà não è mais  impossivèl! Não considero mais um objetivo difìcil de atingir.
 Felismente e  infelisemente  devo isso a mim mesma, digo infelismente porquê tive que  provar situações, concretas e abstratas ainda em fase de  experimento as minhas  pròprias custas, sem nenhum preparo emocional. 
E felismente porquê finalmente posso ajudar outras pessoas  como este depoimento a buscarem ajuda em qualquer parte,sem necessariamente recorrer a medidas dràsticas, ou sair por aì tirando a roupa na frente de  desconhecidos! (risadas).
Busque uma postura positiva com relação a si mesma, como pessoa. 
Inclua  elementos como estar satisfeita  e de acordo consigo mesma, respeite a si própria.
Esta è a  parte que gosto de pensar, que de alguma maneira, serà a ferramenta  da ação que contribuirà para melhorar o mundo que me cerca, e  para dar conforto a uma mulher que està se sentido "estranha" e inadequanda, com eu fui em passado.
Quem for forte, ao contràrio do que eu não soube ser, cosiguirà dentro de sim mesma, para as menos corajosas por sorte existe ainda as palvaras SOLIDARIEDADE & ESPERANÇA  que fazem a diferença no destino de milhões de mulheres estranhas.
Diga, basta as ànalise rìspidas que a  induzida pela mìdia  tem a  privilegiar expondo uma sèrie de dado considerados “estandard”  com números de características e atributos  que deve ter a mulher bela, e que dane-se as demais que não cabem nesta categoria.
 Chega de aceitar que o  nosso corpo  è um estojo maravilhoso que porèm funciona como marca dos valores sociais e nele a sociedade fixa seus sentidos e valores bonitos.
Deixe de lado o papel  de vítima de seu próprio preconçeito, de ser  sempre triste e melancólica e com baixa autoestima. È você a vilã da història e não a vìtima!
Der seu depoimento e fale o que pensa, a sua opinião è importante e pode ajudar muitas outras companheiras.
“aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira”
( Cecília Meireles)
Obrigada pela atenção e desde jà me desculpo por ter me  prolungado em maneira demasiada,maçante e exaustiva com os vocàbulos.
Atè o pròximo artigo minhas queridas leitoras.

Xoxò!!!
                                                                                   

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